terça-feira, 13 de maio de 2008

Frase do Dia

"Pelo menos ela não sentiu dor!"
Luis Abílio, o popular Goiaba, sobre a morte de Isabella Nardoni,
na aula de Jornalismo Especializado

segunda-feira, 12 de maio de 2008

O perigo mora ao lado... ou abaixo

Durante um debate produtivo na aula do prof. doutor Ricardo Alexino, passamos a questionar como o mundo está realmente às avessas.

Após analisarmos friamente o Caso Isabella em um trabalho sério para a disciplina, deparamo-nos com uma questão triste a respeito da violência familiar atualmente.

Recentemente, um caso na Áustria mostrou como o ser humano pode ser frio e cruel. Josef Fritzl sequestrou sua própria filha e a manteve em cativeiro no porão de sua casa por 24 anos. Tudo bem que era só observar atentamente a fisionomia do indivíduo que já era possível suspeitar, mas na Áustria, isso virou moda.


Josef, mais conhecido como o monstro austríaco, seguiu a tendência criada por Wolfgang Priklopil. Seu mestre e fonte de inspiração sequestrou a pequena Natasha Kampusch por 8 anos e a manteve também no porão. Assim como Fritzl, a fisionomia de Priklopil já denunciava uma predisposição à moda de horrores no porão - isso sem citar o nome de remédio que o cara tem.

Agora, eis que o mestre Jav..., er digo, Gaba, levantou a seguinte suspeita:


Aff ve´io... autsr´iaco?// mas... a grazi n~ao namroa um autro´aco?

VÉIO E AGORA AFF VÉIO!!!!!!!!!!

Caros amigos, infelizmente é verdade... Sim, nossa querida ex-BBB trouxe para o Brasil o perigo iminente.




Observem esta foto. Parece uma simples foto de casal feliz. Mas, reparem que Grazielli Massafera já está assumindo traços infantis ao assumir uma franjinha - a pedido de seu namorado. Mas, amigos, o que mais choca é a franjinha do austríaco em questão. Não é simplesmente uma franjinha emo. É muito pior que isso...




A semelhança é explícita. O sacripantas não se preocupa nem em disfarçar, camuflar a evidência dessa moda terrível, retratada no filme Onde os fracos não têm vez.

Reparem de onde ele tirou a idéia da franjinha. Repare bem. Os traços são semelhantes. A expressão é mais do que semelhante - é uma denúncia da raiz assassina que está tão próxima a nós. Observem bem o semblante fechado deste povo de sanidade mental duvidosa.




Pois é, meus amigos. O perigo está próximo. Diante de todos esses fatos, nos resta alertá-los: caso vejam Grazi e seu "namorado" pelas ruas, corram! Caso contrário... aff v´eio... tamo fudido.

Por Carol, Gabi e Vanessa.

Frase do Dia













"Até hoje só usei essa merda prá bolar".

Juvenal Antena (nome fictício) sobre a carteirinha da Atlética

sábado, 10 de maio de 2008

Histórias Clássicas: Parte 2 - Analton

O ano era 2005. A empolgada turma de jornalismo, então no primeiro ano, tinha em sua grade curricular a disciplina de Filosofia. Mas tinha alguém ali que era diferente. Um senhor de meia-idade que chamaremos de Analton (nome fictício) estava entre os alunos, mas devido à pouca convivência não estava incluído na turma.

Todos sabem que Java (nome fictício) é uma pessoa muito prestativa e bondosa. Para ele, ver Analton sozinho e isolado era um sofrimento, e não tardou para que ele, em sua imensa compaixão, se aproximasse de Analton e começasse a conversar com freqüência com o aluno.

A amizade foi se desenvolvendo. Como Analton tinha contatos na secretaria da Cultura e poderia vir a contemplar Java com convites para shows e eventos, eles trocaram celulares.

O tempo passou e eis que chegou o Dia dos Pais, uma data onde até as pessoas mais insensíveis se lembram de seus progenitores - imagine Java, o menino-coração. Então, decidido a agraciar seu pai com uma mensagem de amor filial, pegou seu celular e digitou:
















Porém, ao enviar, Java se confundiu e acabou enviando para o primeiro nome em sua agenda: o nome era Analton. Com o desespero tomando seu corpo, Java não sabia o que fazer. Em um momento, cogitou destruir o aparelho celular, mas ele aguardou. Eis que o toque de SMS anuncia que uma nova mensagem havia chegado:


















Nesse momento, Java entrou em pânico e cogitou se matar pulando da janela, mas não; ele prefiriu manter a classe e tentar agir normalmente, ignorando o fato ocorrido. Mas nas vezes seguintes em que Java e Analton se esbarraram nessa Bauru de Deus, Analton tentou fortes investidas contra nosso querido Java, que sempre desconversa.

Se Analton ainda insiste nessas investidas, apenas Java sabe. Mas apenas por ter ocorrido, esse fato já merece o rótulo de...




sexta-feira, 9 de maio de 2008

Frase do dia


"A MTV é uma Malhação 24 horas"
Gaba, na aula de Psicologia

A vingança de quem não entrou para a história

Vejam a foto abaixo. Aparentemente nada demais, apenas bixos felizes por terem acabado de passar no exame vestibular.



Ledo engano. Com o olhar mais atento, observe que há uma mão em cima da cabeça de Ana Carolina Almeida Ferreira. Talvez tentando fazer um “chifrinho” ou o símbolo que ficou eternizado no movimento hippie. Enfim, nunca saberemos.




O fato é que esse ser misterioso viu a foto revelada no longínquo ano de 2005(na época ainda se revelavam fotos) e ficou enfurecido por não ter participado do momento mais histórico da turma de jornalismo 2005-2008 da Unesp.

Com a reprodução massiva em álbuns de orkut espalhados por Orlândia e Américo de Campos, Indiana e outras metrópoles bandeirantes, o ser misterioso ficou cada vez mais raivoso por ter sido excluído.


Durante três anos ele planejou vingança, até que, como intruso do grupo de e-mails bichosjornal2005, ficou sabendo da reprodução da foto histórica que iríamos fazer. Seu plano foi infalível.


Observe, caro leitor. A vingança foi plena. Depois de três anos, o homem da mão misteriosa revela sua face, ali, parado, tendo a ousadia de estar em uma posição superior ao do rei Cidão.




Agora, só nos falta sabermos: quem é esse cara?

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Sexta-feira, dia de Ubaiano!



É isso aí meninada, conforme o combinado feito no início do ano, toda sexta-feira é dia de confraternização no Ubaiano depois da aula de Psicologia. E nesta sexta não tem porque ser diferente.

Levaremos violão, flauta, pandeiro, chocoalho e muito fígado para ficarmos bebendo e rindo por horas e horas.

Não marquem nada pro horário. Amo vocês!

terça-feira, 6 de maio de 2008

Russomania!


“Aí, mano, vamos lá na festa de artes orientais?”

“Bora. Quem vai tocar?”

“A banda do Russo”

“Porra, de novo?”


Que nosso querido Russo possui um talento musical diferenciado, até o botão da minha calça de couro já sabe. Digo, calça jeans. Desde o primeiro ano, munido com seu violão preto de cordas de aço, Russo nos entretém com seu vasto repertório. Diferentemente de Gaba, outro exímio guitarrista mas que só sabe tocar blues, nosso amigo sorocabano versa de Chico Buarque até Britney Spears, fazendo a alegria da molecada.

Até o fim do ano passado, as apresentações musicais de Russo se limitavam apenas às confraternizações na casa de amigos, salvo uma apresentaçãozinha ali e outra acolá nos Quinta no Bosque na vida. Mas aí o cara foi pra Ilha Solteira. Sabe-se lá qual mosca que picou sua bunda, porque quando ele voltou, voltou decidido: “Gaba, anote aí: em 2008 terei o máximo de bandas que puder”, revelou.

A anotação de Gaba: reparem que o Gabês não é privilégio apenas das conversas do msn

E mal começou esse ano, o filha da puta já se enfiou em três conjuntos musicais: Filha Solteira, Mutretas e Percervejas. Uma de música própria, outra de Mutantes e outra de Beatles. E, agora, em qualquer lugar que você vá que tenha um som ao vivo, as chances de você encontrar o barba à frente do vocal e empunhando um instrumento de cordas é de 99,35%. O cara dominou totalmente o cenário musical-universitário bauruense.

Nessa quarta-feira, na falta de uma, Russo vai tocar DUAS vezes: ao meio-dia e ao entardecer, lá na cantina de engenharia, com a Filha Solteira. Mesmo com quase todo mundo estar próximo de gorfar diante de tantas e tantas apresentações, o som que nosso colega toca é bem legal. Sorte.

Agora a pergunta que fica é a seguinte: o que a próxima banda do Russo deve tocar?

Respondam à enquete ao lado e sejamos felizes!

sábado, 3 de maio de 2008

Manual de Redação do Gabês

Quem já teve o prazer e o privilégio de conversar com Gabriel Leite de Moraes, vulgo Gaba, no MSN com certeza notou que a gramática, ortografia e pontuação de nosso querido amigo da pacata cidade de Orlândia são peculiares, para não dizer únicas. Desta forma elaboramos (Bulhões e eu) um Manual de Redação do Gabês, para facilitar a comunicação e, por que não, difundir esse estilo tão peculiar, que certamente será valorizado como o de outros autores, como José Saramago, por exemplo.

Mas deixemos de lenga lenga e vamos logo para o que interessa: o Manual de Redação do Gabês.

1. No Gabês, P e B OBRIGATORIAMENTE vêm antes do M.

Como Gaba tem muitas idéias ao mesmo tempo mas não tem muito tempo para expressá-las, ele acaba escrevendo até as letras em outra ordem. Ao digitar a palavra bomba, por exemplo, Gaba invariavelmente escreverá bobma. Cambalhota vira cabmalhota e tempo vira tepmo. E assim por diante.











2. No Gabês, os acentos, quando existentes, SEMPRE vêm ANTES ou DEPOIS.

Não basta ter as letras: esses teclados ainda querem ter teclas exclusivas para acento! Como já disse, na ânsia de divagar sobre a vida, Gaba se precipita nas teclas e nunca acerta um acento no lugar certo. Portanto, palavras como também acabam virando tabm´em e até mesmo a onipresente véio vira ve´io.

Observe:











3. No Gabês, vírgulas NUNCA vêm no lugar certo.

Mesmo com tantas idéias geniais, Gaba tenta se manter atento a algo tão banal quanto a gramática e incluir vírgulas em seus textos, mas elas nunca aparecem no lugar certo. O próprio mito assume seu problema com vírgulas em seu Orkut. Ou ela vem com excessivos espaços ou em lugares onde ela realmente não deveria estar. Por exemplo:










4. Artigos e palavras pequenas vêm junto com o substantivo; ocasionalmente puxam apenas uma letra

Ao dizer uma menina, por exemplo, Gaba junta ambas as palavras ou, na tentativa de ser gramaticalmente correto, diz umam enina ou a variante um amenina. Outras palavras também podem ser juntadas, mas o padrão e a regra exata são conhecidos apenas por Gaba. Observe:











5. NUNCA dizer algo do jeito mais simples

Gaba tem influência direta de Guimarães Rosa, ou seja, a simplicidade genial se torna extremamente complexa. Gaba jamais diria algo como pensando bem, acho que sou feliz. Essa idéia se enveredaria por estradas nunca dantes exploradas: as estradas da mente genial de Gaba. Observe:










6.
NUNCA usar maiúsculas

Sim, essa coisa de letra maiúscula é muito pequena e sem importância para Gaba. A única coisa em maiúsculas é seu nick; de resto, não há nada que mereça ser colocado em tais termos. Por exemplo:











7. A risada de Gaba SEMPRE segue o mesmo padrão.

Apesar de tudo, Gaba tem algo que digita com perfeição, e como não poderia ser diferente, é algo que 99,32% da população digita aleatoriamente: a risada. Quando Gaba ri virtualmente, sempre começa com um haaaaaaaaaaaaaaaaaaaa prolongado seguido de diversos hahahahahahahaha perfeitamente alinhados, sem nenhum h ou a fora de seus lugares. Observe:










8. A cada 3 virgulas, uma será substituida pela expressao aff véio devidamente grafada.

Gaba gosta de variar, e jamais repetiria três vezes a mesma pontuação. No caso da vírgula, a terceira será devidamente substituída por sua expressão protegira por copyright: aff véio (devidamente grafada). Observe:










9. Trocar uma consoante em a cada 3 palavras por outra sem qualquer proximidade no teclado.

Não se sabe o motivo, mas Gaba substitui letras por outras sem quaisquer relação ou proximidade no teclado. Talvez algo estilístico? Isso apenas Gaba pode responder, mas observe a regra abaixo:











10. Sempre começar o diálogo de maneira absolutamente imprevisível.

Oi é para mortais. Alguém do gabarito de Gaba nunca fala oi, mas agracia o interlocutor com algo que se lembre pelo resto de sua vida. Por exemplo:










Seguindo estas regras, livros como Dom Casmurro, de Machado de Assis, ficariam muito mais interessantes. Observe:
















Aproveitem e experimentem a arte de falar em gabês.





















Gaba entre os imortais na Academia Brasileira de Letras.

Troféu Calçada Maltratada: Resultado

Que rufem os tambores.






























A grande campeã do Troféu Calçada Maltratada, com 45% dos votos foi SUÉLEN, que literalmente destruiu na M'Imprensa 2006!


















Campeã e terceiro lugar do Troféu Calçada Maltratada.


Apesar da nossa turma ter pouco mais de 30 pessoas, foram computados 46 votos. Sem dúvida a participação foi ótima, e só temos a agradecer quem se lembrou desses momentos importantíssimos da história da nossa turma!

Em segundo lugar (23%) ficou Ana Carla, que debutou a tradição de PTs da nossa turma em plena Festa 24h, em 2005.

Empatados em terceiro lugar, com 13% cada, ficaram Bon Jovi e Sarah. Bon Jovi tenta, a cada festa, pegar o título para si, enquanto Sarah fez um único esforço no Churrasco de Jornal/Mecânica de 2006.

Por último, com apenas 4% dos votos, ficou nossa querida Vanbanza, que vomitou purê de batata após uma noite de excessos no Convívio, Fiu-Fiu e gira-gira das Nações em 2005.


Vamos agora aos prêmios.

Para o quinto e último lugar, Vanbanza, infelizmente não temos nenhum prêmio. Tente outra vez, como diria Raul.

Para Bon Jovi e Sarah, empatados em terceiro lugar, também não há prêmio algum, pois mesmo que tivéssemos comprado algo para o terceiro lugar seria dividido. Imagine se fosse uma medalha. O que fazer com meia medalha?

Para nossa querida Ana Carla, segundo lugar, também não há nada. Desculpa, Ana.

Para a grande vencedora Suélen, será garantida a entrega de 01 (uma) garrafa de cachaça 51 e uma lasca de calçada de Bauru, simbolizando o nome de nosso Troféu, criado pelo eterno Sebastião Rodrigues Maia, também conhecido como Tim Maia. E desde já convoco a sala toda para a Cerimônia de Entrega, que ocorrerá no esquenta da M'Imprensa. Como a data foi alterada, ainda não sabemos o dia correto, mas já tem local: a casa do Bulhões, também conhecida como Rep. Araguaia.

Obrigado a todos que votaram, e aguardem: uma nova enquete está a caminho.


sexta-feira, 2 de maio de 2008

Ok, vocês venceram

Cortei o cabelo. Na verdade, só as pontas.

Não que tenha ficado bonito, mas, pelo menos, o visual BeatleJuice se foi.



Aguardem até quarta-feira para conferir o novo visual.












Ah, e Meiguinha, agora vou querer minha recompensa. Promessa é promessa, ein?

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Histórias Clássicas: Parte 1 - Gordinho Aleatório

Bom meus queridos companheiros de curso, na saúde e na doença, no emprego e no desemprego. Resolvi iniciar a série Histórias Clássicas, onde relataremos histórias-mito que ocorreram com as pessoas da sala durante esses quase 3 anos e meio de convivência. A primeira eu irei relatar aqui, e é a história que ocorreu com ele, que dá nome ao nosso blog: o Gordinho do Brasil, ninguém mais que o Gordinho Aleatório.

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Era uma quarta-feira ensolarada na pacata cidade de Bauru. No campus da Universidade Estadual Paulista, a Unesp, Thiago, mais conhecido como Russo, estava indo embora quando avistou seu amigo João Ricardo, mais conhecido como Bulhões, na biblioteca.

-Bulhões, vamo nessa? Tô saindo fora.
-Beleza, vamo aí.

Então eles se dirigiram ao ponto, cansados por causa do calor excessivo e desanimados pelo sonolento horário das três da tarde. Após alguns minutos no ponto de ônibus e umas poucas palavras trocadas, o ônibus apareceu. Os dois subiram, sentaram-se lado a lado e o ônibus partiu, para parar novamente no ponto do Hospital Estadual. Ledo engano.

O ônibus começou a diminuir de velocidade até parar em um lugar onde ninguém, talvez nem o próprio motorista, sabia que havia um ponto. Foi quando ele subiu.









Não, não foi o Gaba. Foi alguém, por incrível que pareça, mais aleatório.

Jovem. Cerca de 13 anos. Gordinho. Com material embaixo do braço. Ligeiramente cansado, mas visivelmente apressado. Passou pela catraca e sentou na primeira cadeira.

Os dois unespianos observaram a cena em silêncio, mas em seu íntimo pensaram exatamente a mesma coisa: que aleatório. Mas bastou João Ricardo, o Bulhões, exclamar com calma as palavras citadas em negrito para que ambos os rapazes rissem por aproximadamente 3 horas e 23 minutos sem parar.

O Gordinho Aleatório tornou-se um mito, estando presente em canções e no imaginário de toda a turma de jornalismo que formar-se-á em 2008 e, portanto, imortalizou-se.

terça-feira, 29 de abril de 2008

Você pode ter certeza!

Vocês, estudantes do quarto ano de jornalismo, sabem que vivemos num mundo muito cruel e injusto, nos qual podemos acreditar em poucas coisas.

"Aff, pera aí, véio!", diria Gaba.











É verdade, Gaba. Apesar de tudo, podemos ter uma poucas certezas nessa vida. Abaixo, uma lista das coisas que você, em um momento de melancolia ou solidão, pode ter certeza que estão acontecendo:

Marjorie está indecisa entre beber água e comer (prestes a desmaiar de fome e de sede);
Gabi SP
está procurando pontas duplas em seus cabelos;
Natália está sendo contra alguém ou alguma coisa;
Sarah está fazendo massagem;
Russo está com calor (um calor do capeta, alguém liga esse ventilador pelo amor de Jah)
Bernardo está pensando em futebol;
Clarissa está na Atlética (mesmo que seja em pensamento);
Bulhões está pensando em fazer uma pergunta, quero dizer, já fez;
Piri está mandando em alguém, calma Piri, já vou;
Nadja está dormindo ou com sono;
Bia está dando risada;
Lydia está no Acre;
Lílian está óóóóóóótima, queridooooooooo;
Andréa está sendo confundida com a Raquel (e vice-versa);
Cidão segue sendo rei;
Ana Carla está fazendo uma piada irônica;
Vanessa está sendo hiperativa (balançando a perna, querendo comer um chocolate na cantina, cantando um música do Mutantes, conversando com a Carol e imaginando o próximo filme do Monty Python que irá assistir com Russo, tudo isso ao mesmo tempo);
Suélen está pensando em sua promissora carreira (sonha em ser Matinas);
Docinho está vestindo cor-de-rosa;
Meiguinha está de cor-de rosa também;
Aline está sendo politicamente correta;
Carol está sendo grossa;
Gaba está atrasado, mas não admite (ou será que está se fazendo de desentendido?);
Estela está numa rave;
Bon Jovi foi com a Estela;
Leila está feliz;
Clara está causando;
Fabrício, Diego e Alfenas faltaram;
Maísa está lendo os clássicos;
Gabi Araras está saindo de balada;
Stellinha está sendo confundida com a Sandy
Suzano está com uma camisa do Palmeiras;

Lom está com saudades de nós;

Eu não sei o que postar.

Eu não sei o que postar, então aqui vai uma foto sem relação alguma com o blog.

domingo, 27 de abril de 2008

Bixos 2005, três anos depois (2)

O plano foi concretizado e fizemos o remake desta foto clássica (clique sobre a imagem para vê-la maior):

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Calma, a foto acima é a original, não estamos tão parecidos assim, e o Bebê, João do Rio, Sandra, Lom e Clarinha não voltaram exclusivamente para tirar a foto. Mas ela foi tirada e eis o resultado:

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E eis a foto com as pessoas que não saíram na primeira:

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São tantas emoções! :')

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá

Em homenagem ao nosso último ano de faculdade, envolvimento com alucinógenos e educação latente no cotidiano da sala...

E a pérola:


Um beijo na orelha esquerda de vocês.

Troféu Calçada Maltratada

Surgiu hoje, na aula de psicologia, a idéia de criar o Troféu Calçada Maltratada.

"Mas, o que é isso?", pergunta Gaba.










É um prêmio que daremos ao PT mais histórico destes 4 anos de curso (e claro que não estou falando de partido político).

Votem ao lado! São cinco opções de importância histórica para nossa querida sala, então não deixe de participar!

A recompensa será divulgada em breve.


















Imagem sem relação com o post

quinta-feira, 24 de abril de 2008

Primeira convocação para a M´imprensa

Como minha proposta para uma presença coletiva da classe na Festa de Arquitetura foi um tanto quanto em vão, uma nova sugestão aqui é encaminhada.

Levando em conta que esse é último ano de faculdade de todos (com exceção da Estela, que engravidou), e que a idéia é fazer sessões remembers ao longo desses últimos dias que nos resta, que tal se fôssemos todos, sem faltar ninguém, à M´imprensa, que será realizada no 15 de Maio?

Faríamos o esquenta na casa de alguém, regados a muita cerveja, batidas, refris e rock’n’roll, e iríamos todos felizes para a festa.

Carol, Van Banza e até a Meiguinha são algumas das entusiastas da idéia. Que tal, que tal?

Quem for a favor põe o dedo aqui.


quarta-feira, 23 de abril de 2008

Novas "Van Banzas"


Em meio as minhas infinitas divagações que tenho durante a aula, fiquei pensando no seguinte desafio: tentar associar os nomes e/ou apelidos da galera da classe com palavras que denominem o cigarro de canabis.

Por exemplo, a nossa querida Van Banza.

Matutando aqui, eu só conseguir pensar em Gabanza. Quem aí consegue pensar em mais?

Coloquem nos comentários.

ps: alguns nomes pra maconha: banza, canabis, beck, vela.

URGENTE: FLAGRA!

Quem diria, Alberto Cerri. Quem diria.